1 de novembro de 2017

Modelagem de viveiros sem pregos para piscicultura em canais de igarapé

Alexandre da Cruz Dias
Heitor Thury Barreiros Barbosa

RESUMO EXPANDIDO
Os viveiros em igarapé no Amazonas ainda são construídos principalmente em madeira fixada com pregos. Devido às águas ácidas, a oxidação dos componentes metálicos representa um risco tanto à saúde dos trabalhadores bem como à integridade da estrutura, sendo comuns os relatos de acidentes durante a operação e manutenção desses viveiros. Sendo assim, esse estudo visou avaliar a viabilidade técnico-econômica de um viveiro para piscicultura em igarapé construído inteiramente com peças encaixáveis, feitas com material acessível, que atendessem a legislação ambiental e não oferecessem riscos à saúde. Inicialmente, idealizamos a construção de módulos feitos à base de plástico injetado, telas galvanizadas revestidas com polímero e presilhas plásticas para fixação. Contudo, por não existir um fornecedor regular para esse tipo de serviço, apesar de economicamente interessante, esse tipo de projeto é tecnicamente inviável no momento. A segunda alternativa foi a substituição do plástico injetado pela tradicional madeira, mas descartando os pregos com a modelagem de peças encaixáveis, além das telas galvanizadas revestidas de PVC e presilhas plásticas. Esses modelos se mostraram interessantes tanto em termos técnicos como econômicos.

COMO CITAR:
DIAS, A. C.; BARBOSA, H. T. B. Modelagem de viveiros sem pregos para piscicultura em canais de igarapé. Revista Igapó: Anais de Iniciação Científica, Manaus, v. 7, p. 161, 2017. ISSN 2238-4286. Disponível em: <http://200.129.168.183/ojs/index.php/ANIC/issue/view/41>.

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