21 de novembro de 2017

Estudantes de Recursos Pesqueiros acompanham despesca no Sítio Vovô Velinho

Atividade fez parte do IFAM Itinerante e objetivou aproximar os discentes aos profissionais da piscicultura de Presidente Figueiredo


A visita técnica ao Sítio Vovô Velinho tinha o objetivo principal de trocar experiências práticas sobre o monitoramento da qualidade de água em viveiros de piscicultura. Contudo, com o surgimento de uma demanda inesperada, os esforços dos profissionais da propriedade foi direcionado para a despesca de emergência. Todavia, a atividade mostrou-se muito produtiva e os estudantes tiveram a oportunidade de vivenciar o processo de despesca, abate e expedição de aproximadamente 1 tonelada de tambaquis. Experiências como essa auxiliam a formação de profissionais mais capacitados para atender as demandas de um dos setores produtivos mais importantes do município.

Disponível em: IFAM Campus Presidente Figueiredo

1 de novembro de 2017

Caracterização do uso dos recursos pesqueiros do Lago de Balbina, Presidente Figueiredo, Amazonas

Ronan Tavares Pereira
Heitor Thury Barreiros Barbosa
Antonio Carlos Batista de Souza

RESUMO EXPANDIDO
Nesse resumo expandido trazemos um diagnóstico da situação socioeconômica dos pescadores que atuam no lago da Usina Hidrelétrica de Balbina. Os dados foram coletados através de entrevistas focalizadas, aplicadas entre 08/2016 e 02/2017, com 31 pescadores integrantes de 14 famílias. No geral, esses pescadores são de baixa escolaridade (tendo apenas 38% concluído o ensino fundamental e 8% o ensino médio), são muito dependentes da pesca (com cerca de 80% da renda familiar proveniente dessa atividade) e auferem uma renda per capita de aproximadamente 0,2 salários mínimos. Inseridos nesse quadro de vulnerabilidade e com poucas alternativas de renda na comunidade, a grande maioria dos pescadores, cerca de 80%, afirma pescar por necessidade ou falta de opção. Na tentativa de ajudar essas pessoas, antes da implantação de qualquer alternativa (atualmente discute-se a formação em educação ambiental, criação de parques aquícolas e o treinamento para pesca esportiva), acreditamos ser necessário analisar como esses pescadores poderiam ser estimulados à abandonar a atividade, sem comprometer sua qualidade de vida. No momento, nossa primeira sugestão é o incentivo à escolarização, o que viabilizaria a busca por atividades mais prazerosas e a diversificação das fontes de renda das famílias.

Observação: resultados parciais da pesquisa.

COMO CITAR:
PEREIRA, R. T.; BARBOSA, H. T. B.; SOUZA, A. C. B. Caracterização do uso dos recursos pesqueiros do Lago de Balbina, Presidente Figueiredo, Amazonas. Revista Igapó: Anais de Iniciação Científica, Manaus, v. 7, p. 162, 2017. ISSN 2238-4286. Disponível em: <http://200.129.168.183/ojs/index.php/ANIC/issue/view/41>.

Modelagem de viveiros sem pregos para piscicultura em canais de igarapé

Alexandre da Cruz Dias
Heitor Thury Barreiros Barbosa

RESUMO EXPANDIDO
Os viveiros em igarapé no Amazonas ainda são construídos principalmente em madeira fixada com pregos. Devido às águas ácidas, a oxidação dos componentes metálicos representa um risco tanto à saúde dos trabalhadores bem como à integridade da estrutura, sendo comuns os relatos de acidentes durante a operação e manutenção desses viveiros. Sendo assim, esse estudo visou avaliar a viabilidade técnico-econômica de um viveiro para piscicultura em igarapé construído inteiramente com peças encaixáveis, feitas com material acessível, que atendessem a legislação ambiental e não oferecessem riscos à saúde. Inicialmente, idealizamos a construção de módulos feitos à base de plástico injetado, telas galvanizadas revestidas com polímero e presilhas plásticas para fixação. Contudo, por não existir um fornecedor regular para esse tipo de serviço, apesar de economicamente interessante, esse tipo de projeto é tecnicamente inviável no momento. A segunda alternativa foi a substituição do plástico injetado pela tradicional madeira, mas descartando os pregos com a modelagem de peças encaixáveis, além das telas galvanizadas revestidas de PVC e presilhas plásticas. Esses modelos se mostraram interessantes tanto em termos técnicos como econômicos.

COMO CITAR:
DIAS, A. C.; BARBOSA, H. T. B. Modelagem de viveiros sem pregos para piscicultura em canais de igarapé. Revista Igapó: Anais de Iniciação Científica, Manaus, v. 7, p. 161, 2017. ISSN 2238-4286. Disponível em: <http://200.129.168.183/ojs/index.php/ANIC/issue/view/41>.