19 de novembro de 2016

Estudantes de Recursos Pesqueiros georreferenciam piscicultura na BR174

Durante a visita técnica foram demonstrados os usos de unidade receptora GPS e teodolito digital, ferramentas empregadas no georreferenciamento e planialtimetria de propriedades rurais.


A atividade foi coordenada pelos docentes Heitor Thury Barreiros Barbosa e Etelvino Rocha Araújo, estando inserida nas disciplinas Construções Aquícolas e Noções de Topografia. O objetivo era demonstrar o uso de unidades receptoras GPS, empregadas no georreferenciamento de propriedades rurais, e teodolitos digitais, destinados á estudos planialtimétricos. As atividades foram desenvolvidas na sexta-feira 11/11, na piscicultura do Hotel Cachoeira do Urubuí, localizado à margem esquerda do km 120 da rodovia BR174. Esse exercício contribui para que esses profissionais possam atuar em levantamentos de campo para projetos técnico-econômicos.

Texto completo: IFAM Presidente Figueiredo

1 de julho de 2016

Oficinas de Processamento de Pescado: difusão de conhecimento e geração de perspectivas de trabalho

Heitor Thury Barreiros Barbosa
Maria Luiza Pereira dos Santos
Francisca do Socorro de Assis da Silva
Mirlene Ferreira Sampaio

RESUMO
O processamento do pescado é um conjunto de técnicas que visa transformar o produto, agregando-lhe qualidade, atratividade, praticidade, apresentação e valor. Dentre as técnicas de processamento, a retirada de espinha confere segurança e qualidade ao alimento sem demandar muitos recursos; características interessantes para aplicação na alimentação familiar. Esse trabalho relata a execução de uma oficina de retirada de espinha na Comunidade Rio Pardo, localizada na zona rural de Presidente Figueiredo. A metodologia pedagógica incluiu discussões sobre a qualidade da matéria-prima, higiene, cuidados com a manipulação e demonstração técnica do processamento. Finalizado o evento, os participantes foram entrevistados para levantamento de informações e subsídio de novas ações. Baseado na análise de dados foi possível detectar que 46% dos entrevistados afirmaram pretender aplicar a retirada de espinha na alimentação familiar e apenas 8% para comercialização. Os produtos de pescado mais conhecidos foram: pescado sem espinha, picadinho de peixe, o piracuí, o defumado e linguiça de peixe.

Artigo completo: Revista Nexus

Características da piscicultura em Presidente Figueiredo, Amazonas

Heitor Thury Barreiros Barbosa
Jackson Pantoja-Lima

RESUMO
O êxito de ações públicas para fortalecer e modernizar qualquer atividade produtiva requer profundo conhecimento sobre as características da região onde serão inseridas. Este estudo visa contribuir para a gestão da piscicultura em Presidente Figueiredo, cidade no estado do Amazonas, através da geração de conhecimentos científicos sobre a atividade no local. Através de consulta ao banco de dados do PRÓ-RURAL Aquicultura, estima-se que apesar de 31,71±21,92% das propriedades possuírem alguma instalação para piscicultura, apenas 19,51±15,90% estão em operação. Entre essas pisciculturas, 42,31±25,38% são empreendimentos familiares, operacionalizados por 3,62±1,83 membros. Com base nos resultados desse estudo, a piscicultura em Presidente Figueiredo pode ser caracterizada pelo pequeno porte, pouca profissionalização e baixo nível tecnológico.

Artigo completo: Revista Igapó

Consumo de pescado entre famílias de baixa renda da zona urbana de Presidente Figueiredo, Amazonas, Brasil

Heitor Thury Barreiros Barbosa
Mirlene Ferreira Sampaio
 
RESUMO
Devido a mudanças no perfil nutricional, medidas para fortalecer a comercialização de pescado no Brasil requerem conhecimentos atualizados sobre o mercado con- sumidor. Essa pesquisa objetivou gerar informações a cerca do consumo da popu- lação de baixa renda em Presidente Figueiredo, esperando contribuir com estudos para o direcionamento do consumo de pescado na cidade. Através de entrevistas, observou-se que o pescado é a fonte de proteína animal preferida de 40,63±24,87% dessas famílias. Dentre as espécies comercializadas, o tambaqui é a preferência de 87,50±11,28% dos entrevistados. O consumo per capita foi estimado em 16,06±8,44 kg/ano, equivalente a 46,86±31,72 g/dia. Constatou-se a influência da renda sobre o mercado de pescado através de uma fraca relação entre consumo e renda per capita (r2=0,2209, p=0,0365).

Artigo completo: Revista Igapó